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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Uma grande visão, que afinal cabe num corpo nem por isso assim tão grande...

"os homens não se medem aos palmos não é?"


(o filme está em inglês e sou sincera que não encontrei as legendas)

acho que mesmo assim vale a pena ver

segunda-feira, 9 de setembro de 2013





doce...               

domingo, 8 de setembro de 2013























 Eu e os meus irmãos.


O Miguel e a Rita.
Lembro-me da tarde e daquela luz espelhada nas casas de pedra.
Eu subia e descia e voltava a subir e descer cada vez mais reguila. As escadas pequenas à minha medida, mas ingremes que obrigavam a grandes ginásticas e eu de vestido e descalça a desafiar uma queda.
Lembro-me das cores, preto, cinzento e castanho e dos traços de cimento a dividir as pedras que pisava.

Brincávamos, fazíamos das folhas e paus que por ali andavam bonecos com braços e pernas. Bem trajados a rigor, que afinal nesse dia havia música por perto...
E depois com a magia das nossas mãos transformávamos um boneco num jogo do galo. Não tinhamos cruzes, mas tinhamos dois tipos de folhas pequeninas, umas verdes e outras castanhas que eram exactamente as necessárias para o jogo que ia preencher as nossas horas.

Jogávamos ao galo a ouvir música clássica, daquelas de filme e no entanto, parecia que estávamos distante desta vida normal... Miúdos de ar loiro e reguila ouviam a música e gritavam bem alto alegres: - Eu conheço esta música! - Eu conheço esta música. Não há muitos mundos destes pois não? Um pai hippie com um filho de cinco anos com um ouvido afinado. Há imagens que não se esquecem, nem que seja pela irrealidade que parecem transportar.

Lembro-me dessa música... Flautas jovens, que em si têm já a eternidade da arte.
A eternidade desta infância.
O som destas memórias talvez seja o que precisamente me leva até elas de volta.
E no fim de contas só os nomes inventei, por já não me lembrar que nome vos dei.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Medo ou amor? Escolhe! (bonitinho)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Era uma vez... O dia da criança!





Uma história em silêncio... 
E que tal começarmos a contar histórias assim?
:)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dear Mr. God

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A minha alma... Será?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O melhor do mundo não são as crianças…




" Existem muitos adultos que se resguardam na ideia de que “o melhor do mundo são as crianças”. Há vezes de mais em que as pessoas falam assim das crianças como se elogiassem a sua ingenuidade, mas, ao mesmo tempo, nunca mais pudessem esperar ter – como elas – uma relação assim com a vida.
Há pessoas para quem o melhor do mundo são as crianças porque, sentindo-se mal amadas, lhe resta a saudade de, ao menos, em crianças terem sido o melhor do mundo para alguém.
Mas… não há uma idade adequada para se ser o melhor do mundo para alguém.
É bom ser criança para sempre: ter a “vista na ponta dos dedos”, e perguntar “porquê?”.
É bom crescer com os pés na terra… e com a cabeça na Lua, com projectos e com sonhos, sensíveis e sensatos, mas crianças… para sempre." 
Eduardo Sá - "Crianças para sempre"
Crianças que miram o mundo… e perguntam porquê?...



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