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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

o filme


Na minha cozinha existe um pequeno quadro de plástico colado à parede com uma caneta, que pode ser usada por quem quiser...

Um dia escreveram e eu deixei ficar...
A mensagem era bonita e ao mesmo tempo nova.

Hoje encontrei este filme e achei que davam as mãos. O filme e a frase:




"Não somos amados porque somos bons, somos bons porque somos amados."

domingo, 4 de agosto de 2013


Compramos e Vendemos Sentimentos - Emotions Market from Francisco Sousa on Vimeo.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

"Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dela,
e vendo-a sempre de maneiras diferentes do que a encontro a ela.
Faço pensamentos com a recordação do que ela é quando me fala,
e em cada pensamento ela varia de acordo com a sua semelhança.
Amar é pensar.
E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nela.
Não sei bem o que quero, mesmo dela, e eu não penso senão nela.
Tenho uma grande distracção animada.
Quando desejo encontrá-la
Quase que prefiro não a encontrar,
para não ter que a deixar depois.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero.
Quero só pensar nela.
Não peço nada a ninguém, nem a ela, senão pensar."

de "Eu só penso no sol - Poesia de Alberto Caeiro"


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de um lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver.

23 anos depois, em 2010, quando Marina já era uma artista consagrada, o MoMa de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva a sua obra. Nessa retrospectiva, Marina compartilhava um minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse e... Foi assim."

(Traduzido por Rodrigo Robleño)



sábado, 4 de agosto de 2012

Porque é que só me mostram aquilo que acham que quero ver?  Porque é que decidem isso por mim?
No fundo apenas quero ver as pessoas como são, sem se estarem a forçar a ser alguém que não são.

Não sei se isto é uma lei da física ou da química , mas que é uma lei... é! E parece-me universal.

Queremos ficar próximos e estamos cada vez mais longe, armados até aos dentes  das nossas convicções e dos nossos "assim é que é!".

Acho que vou colocar um cartaz na porta a dizer:
"A tua cara não me é estranha. Se valorizas a autenticidade podes entrar.
PS: gosto de surpresas, mas não gosto de sustos!"

terça-feira, 22 de maio de 2012

"Postcards from far away"

Erramos com a certeza de acertar e esforçamo-nos ao máximo para que isso dê certo. Racionalizamos tudo ao máximo e esquecemo-nos que há condimentos da vida, que não precisam de ser racionalizados, pois têm que ser viscerais, têm que ser do coração... E neste sentido, não é preciso pensar para agir, porque o que se faz é inato e revela aquilo que se sente. Os locais onde crescemos, digo-o no sentido das pessoas por quem vamos passando no caminho, moldam-nos devagar... Já repararam? Como uma picareta silenciosa vão tirando um pedaço aqui, criando um furo acolá... Há aqui uma arte, a de nos fazermos crescer. De uma forma mais ou menos dura, acredito que apenas as mudanças vagarosas sejam duradouras. O díficil por vezes é vermos que a mesma brisa que nos afaga o rosto é a mesma que vai alisando as nossas arestas. Acho por isso, que a sabedoria da espera é algo com muito valor. Ironicamente, muito desprezada. Actualmente, tudo nos chega em um segundo e o que se estima é que venha a chegar em uma milésima de segundo. Mas nas pessoas e com as pessoas... A espera será sempre o caminho... Por isso... Não tenhas pressa!

sábado, 3 de março de 2012

"Com lados felizes eu já não me iludo"

Vai-me acontecendo nestes tempos a descoberta do chamado "lado lunar" (como já dizia o Rui Veloso).
Se estivermos com atenção quando conhecemos alguém de novo há aí uma mistura no que ouvimos. Muitas vezes quem nos fala só diz o que queremos ouvir e nós só ouvimos aquilo que queremos.

Quando os lados felizes desaparecem ficamos com alguma dificuldade em perceber se nós é que não quisemos ouvir ou se simplesmente não nos foi dito que ia ser assim.

Fico com algumas dúvidas se isto é uma decepção ou um desafio.
Talvez em alguns casos seja o desafio de aceitarmos as pessoas como são e não como gostaríamos que fossem. Mas quando falamos de gostar deste lado lunar... Aí já é outra coisa! Para isso temos que desconstruir a imagem que fizemos e reconstruir outra, esta pelo menos mais verdadeira (não totalmente verdadeira, porque do lado lunar também continuamos a ouvir só o que queremos...).

Mas desta vez, mesmo que com alguma decepção, acho que quem gosta da verdade, vai sempre preferir um verdadeiro lado lunar a um falso lado feliz.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

“- Adeus – disse para a flor.
Mas ela nao lhe respondeu.
- Adeus – repetiu o principezinho.
A flor tossiu. Mas nao era por causa da constipação.
- Fui muito parva – acabou por dizer. – Desculpa. Tenta ser feliz.
Ficou espantado por ela não se pôr com recriminações. ...
- Porquê essa admiração? É óbvio que eu gosto de ti – disse a flor- Por culpa minha nunca o soubeste. Mas, hoje, isso já não tem importância nenhuma. Olha, tu também foste tão parvo como eu. Agora, tenta ser feliz... e deixa essa redoma em paz. Não preciso dela.
- E o vento?
- Não estou tão constipada como isso... o fresco da noite só me pode fazer bem. Sou uma flor!
- E os bichos?
- Duas ou três lagartas terei mesmo de suportar para ficar a conhecer as borboletas. Dizem que são bonitas! E que outras visitas podem aparecer por cá? Tu, tu hás-de estar longe. E dos bichos maiores não tenho nada a temer. Afinal, para que quero eu as minhas garras?
Mais uma vez exibia ingenuamente os quatro espinhos.”


“«Cativar» quer dizer o quê?
- É uma coisa de que toda a gente se esqueceu – disse a raposa. – Quer dizer «criar laços»...
- ... por enquanto tu não és para mim senão um rapazinho perfeitamente igual a cem mil outros rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto eu não sou para ti senão uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativares, passamos a precisar um do outro (...)
 – Sabes há uma certa flor... tenho a impressão que ela me cativou...
(...)
Mas voltou (a raposa) a insistir na mesma ideia:
- Se tu me cativares, a minha vida fica cheia de sol. Fico a conhecer uns passos diferentes de todos os outros passos. Os outros passos fazem-me fugir para debaixo da terra. Os teus hão-de chamar-me para fora da toca, como uma música. E depois, repara! Estás a ver aqueles campos de trigo ali adiante? (...) os campos de trigo não me fazem lembrar nada. (...) Mas os teus cabelos são da cor do ouro. Então, quando tu me tiveres cativado, vai ser maravilhoso! O trigo é dourado e há-de fazer-me lembrar de ti (...)
- Se fazes favor... Cativa-me! – acabou finalmente por pedir.
- Eu bem gostava – respondeu o principezinho, - mas não tenho muito tempo. Tenho amigos para descobrir e uma data de coisas a conhecer...
- Só conhecemos o que cativamos (...)
- Tens de ter muita paciência. Primeiro, sentas-te longe de mim, assim, na relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas podes-te sentar cada dia um bocadinho mais perto... (...)
- Se vieres às quatro horas, às três, ja eu começo a estar feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sinto. Às quatro em ponto hei-de estar toda agitada e toda inquieta: fico a conhecer o preço da felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca vou saber a que horas hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito...”

Antoine De Saint-Exupery  "O Principezinho"






sábado, 17 de dezembro de 2011

Agora que estás prestes a fechar esses teus olhos azuis, peço-te que os abras para veres tudo o que percorremos, é isso que faço hoje, viajo por meio de lembranças, acidentes, belas vistas, inesperados...

Por mais que acelere, acho que não vou chegar a tempo, para que possas ver tudo... Mas acho que não é preciso, já os saboreaste comigo uma vez, isso basta.



“I want so much to open your eyes

´Cause I need you to look into mine



(…)
Get up, get out, get away from these liars

´Cause they don't get your soul or your fire
Take my hand, knot your fingers through mine
And we'll walk from this dark room for the last time


Every minute from this minute now

We can do what we like anywhere”





sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Medo ou amor? Escolhe! (bonitinho)

domingo, 27 de novembro de 2011

Gosto de novos sotaques!

Há encontros inesperados que nos deixam com um arrepio... É como se vissemos o nosso futuro, sem ainda termos chegado lá...
Ouvimos calados com aquele sorriso, que apenas devolve sem dizer um...
 “Sei tão bem o que dizes!”


Deixou-me com a vontade de mudar esse futuro.

Mas acabei por descobrir que apesar do que dizemos, o futuro não depende exclusivamente das nossas escolhas... Pelo menos não de forma única. Gostava mais de pensar que sim. Assim, é mais difícil. Caímos no erro (?) de querer mudar os outros. De não os aceitarmos como são. Assim ou de outra maneira. Apenas e só, porque nós não queremos que eles assim sejam... Fico inquieta. Assusta-me esta impotência. Assusta-me este ter que investir e apenas confiar que vai dar certo, sem certezas.
Gosto de terras seguras. Gosto de saber onde piso e onde quero chegar. Mas esta sensação que o caminho a determinada altura me pode fazer perder. ai... Não gosto! Gosto de ter as coisas controladas. Mas no final de contas, adoro surpresas! Fico a aguardar por elas.

Fico a aguardar que o futuro me surpreenda.

“ tempo, tempo, tempo, tempo, tempo”




quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Há quinta-feiras assim :P

sábado, 29 de outubro de 2011

"Esperei-te no fim de um dia cansado
À mesa do café de sempre
...
Alguém me sorri do balcão corrido
Alguém que me faz sentir
Que há lugares que são pequenos abrigos
Para onde podemos sempre fugir
Da tarde tão fria há gente que chega
E toma um café apressado"
E nos meus pensamentos algo se repete
" Mas porque é que a gente não se encontra?
Já estou farta disto, farta de verdade
Vou beber a bica, sentar e pensar
Ver se esta saudade, ai fica ou não fica
E talvez sem querer, não querem lá ver
Sem te procurar te veja passar"


Acho que é isto...
Uma saudade que não se vê, mas se sente.
E um encontro não marcado, mas desejado.


Obrigada por me acordares deste sono profundo, mas sabes que gosto de sonhar.
E às vezes, esqueço-me que os sonhos se constroem deste lado...
Do lado do meu coração acordado.
Eu posso ir, mas eu volto.


Porque só "as coisas vulgares da vida, não deixam saudade".




ps: falei-te por meio de músicas que gosto... Acho que uma das melhores maneiras de falar é a cantar... procura as músicas e saberás o resto da história. se tiveres dificuldade, diz-me que eu ajudo. (como sempre sorella) ;)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"Para sempre, talvez..."




" - Não quero algo temporário. Quero um compromisso sério.

- Esquece isso. É ele que te encontra, não o contrário.

- O que é que isso quer dizer? Não entendo.

- Quer dizer que chegas a uma certa idade em que estás pronto. Pronto para ter filhos, compromissos... E a pessoa com quem estás torna-se a pessoa certa.

- Queres dizer que não é quem, mas quando."


Este pedacinho de texto encontrou-se comigo um dia destes num filme que vi... E lembrei-me, de uma menina que me dizia que não acreditava no amor, pelo menos não apenas como uma história de encantar. Mas que às vezes, este se tornava apenas num jogo de necessidades. Necessidades que temos e necessidades que outros têm. Talvez o segredo, por vezes, seja conciliar as necessidades...

Que o amor mais do que uma feliz coincidência, é acima de tudo uma construção cautelosa, que de vez em quando se torna apenas num castelo na areia. Parece uma fortaleza, mas na verdade é constituído por pequenas coisas que lhe dão valor. (onde é que já me terão dito isto...  )


Esperemos que as circunstâncias certas nos encontrem sempre.  
"Tudo o que é meu, é tudo o que eu não sei largar"


sábado, 24 de setembro de 2011

Ouves o tique-taque?

Descobri que há um ponteiro de segundos...

E curiosamente é precisamente ele que marca o tique-taque que há meses aqui falava.
Engraçado...

Passaste por mim vezes sem conta, às voltas com o tempo. E talvez por um segundo ser tão fugaz, não tive tempo para em ti reparar.
Agora vejo que te encontraste comigo na hora certa...
Mostras-me a intensidade que cada segundo marca e eu mostro-te a importância das horas que devagar passam. Acho que quem para ti olhar, vai pensar que é ao contrário.


Gosto da capacidade dos teus segundos se transformarem nas minhas horas.
E gosto quando as minhas horas parecem os teus segundos.

Só ainda não percebi uma coisa? O nosso relógio é de corda? É que ouve-se tão bem o tique-taque. E gosto disso... de te ouvir a aproximar.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

"Cuidas de mim, eu cuido de ti também"

Esta coisa das relações é complicada.
É-me complicada.
Vá lá!Admite! É-te complicada.

Cada um à sua maneira faz as suas opções.

Desde os que se casam e descobrem que queriam estar sozinhos
aos que vivem sozinhos porque descobriram que andar de saltimbanco não os preenchia.
Depois há ainda os que dizem que nunca se vão apaixonar, porque não têm tempo ou disponibilidade
(até ao dia em que acontece...)
e os que se apaixonam a toda a hora e tentam com os sinais que pensam que vêem, encontrar a sua história "felizes para sempre".

A minha começa com letras que nem conhecia e foi preciso que fizesses um ponto de exclamação para eu parar de espanto e para ti olhar.
Os meus olhos começaram com reticências, mas eu sabia que apenas respondiam à tua pontuação.

Como se dissessem... Há mais para dizer... Há mais para ouvir...

Gostei quando disseste "Não há heróis, não há príncipes encantados".
(Agora adivinhas os meus balões de pensamento é?)
Gostei quando o disseste e terminaste com um ponto final de obrigatória pausa.

Agora fazemos parágrafo e tu dizes que vamos iniciar um novo assunto.
Não sei se hei-de iniciar a frase com travessão para falar ou  se espero para te ouvir.

Não sei. Não sei se quero falar, se ouvir.

Não sei se quero ouvir contar uma história com um "felizes para sempre".
Mas acho que já descobrimos que queremos algures escrever "e viveram felizes"...

Consegues ver estas reticências nos nossos olhos?
Sei que sim quando me respondes: - Vamos lá construir a nossa história.



"Se cuidas de mim,
Eu cuido de ti também."
É por isto que digo que isto das relações é-me complicado...
Não devia haver a premissa SE no inicio, estou certa?

Gosto apenas do "cuidas de mim, eu cuido de ti também".






terça-feira, 31 de maio de 2011

Grandes noites!!

Ouço-as a prepararem-se...
Vai ser uma grande noite...


Ando pela noite e... entro nas discotecas...
Parece que entro numa área de caça restrita.
Todos querem ficar com a melhor presa, mas não querem ficar presos.


Eu seduzo-te e tu a mim também.
A capacidade que tenho de te seduzir deixa-me a sorrir.
A de me seduzires também.

Serei só eu que já não posso com bla, bla, bla’s banais?

Cada um ouve o que quer.

Dou por mim perdida entre os que me rodeiam, que apenas perseguem o próximo alvo.

Quem tiver que vir, virá...
Quando não estiveres a olhar para o seu rasto.

E bem com isto percebo, que não sou menina de caça grossa, mas antes sensível demais...

Ou então gosto de me iludir com isso...

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ilusões?


Iludo-me muitas vezes, pensando que encontrei alguém que toquei e que me tocou.

Alguém que reparou nos meus traços e em cada olhar meu: como se move, onde pára, onde descansa, onde se perde.

Mas depois vejo que nos tocámos, mas de raspão e até quem sabe sem querer. 

Será que é quem sabe?

Fugas que se chocaram, como balas que rasam a pele e deixam a sua marca, mas que continuam a sua trajectória.

E sem dar por isso aparecem-nos pessoas (?) que não pode ser...
Nada as atinge!

Mas estas pessoas não existem, pois não?

domingo, 22 de maio de 2011

Mais um blog que encontro por acaso... E ao qual me rendo! :)

O post que vos vou propor para ler é só um cheirinho e é tão verdade o que diz... Tão verdade!

Há saudades que ficam...


http://letrasnocaminho.blogspot.com/2011/05/tenho-ca-para-mim-que-quando-amamos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+letrasnocaminho+%28letras+no+caminho%29

Descubram-no! ;)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Encontros ou construções?


















De Damon winter do blog: http://fotosilde.blogspot.com/
“Um menino disse
mas as pessoas nao se encontram
as pessoas constroiem-se
derrubando paredes nossas e muros delas
Uma menina disse
loooool
ai que isto soa a tão familiar
mas para que possas construir
tens que te encontrar...
Um menino disse
sim
mas às vezes é do nada
Uma menina disse
o encontro sim
a construção não
Um menino disse
sim
Uma menina disse
a construção exige perseverança
Um menino disse
e vontade
Uma menina disse
e n é nada fácil
Um menino disse
e entrega
Uma menina disse
e coragem!
Um menino disse
e deixar o nosso orgulho pra trás
e tornar-nos vulneráveis
Uma menina disse
e o medo
exactamente!”



Houve uma noite,
Não há muito tempo…
Em que um menino e uma menina partilharam o quanto já perderam…
Por medo…! Por muros…

Perceberam o quanto se perde quando têm medo de construir, reconstruir ou até mesmo quando apenas destroem tudo o que poderia ter sido…

Não sabem ainda lidar bem com isso,
apesar de pensarem que são capazes de deixar de sonhar.

Mas a conclusão a que chegam é bonita não?


Agora falta a parte prática…

Porque no final de contas…
Apenas ainda não encontraram?
Apenas ainda não construíram…





Dedicado a ti que ainda não encontraste... Não desistas! ;)
Sabes bem quem és! :)

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