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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

"Escolher servir é acima de tudo uma forma de estar na vida, independentemente da profissão ou da especialização que já se escolheu. Optar por esta via é assumir a condição nobre de marcar a diferença de exceder as expectativas de todos quantos se cruzam connosco, mesmo daqueles que nos poderão levar a pensar que não são merecedores do nosso tratamento top service. É provável que alguns não o sejam de facto, mas não o fazemos só por eles: fazemo-lo em primeiro lugar por nós próprios!

Servir é uma missão de vida!"

"Top service - A escolha é sua" de Carla Carvalho Dias

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Hoje vou falar chinês


Apresento-vos...               A...


T - E - L - O - M - E - R - A - S - E  -         Enzima que regula o tamanho dos TELÓMEROS


 Telómeros - encontram-se na extremidade do ADN, ou seja, na extremidade dos cromossomas.
                               influenciam a sua divisão e a divisão das células. 
                               por um lado podem conferir imortalidade às células (reduzem o seu envelhecimento), 
por outro lado são responsáveis pela imortalidade das células cancerígenas.



Recentemente foi feito um estudo em diferentes cuidadores 
(cuidadores de deficientes, de doentes com doenças neuro-degenerativas, entre outras)

Em que se descobriu que o stress a que o cuidador está sujeito afecta o trabalho das telomerases.
Ocorrendo um envelhecimento celular a uma velocidade 10 a 17 vezes superiores comparativamente a um não cuidador.


Assim, estes cuidadores para além de darem o seu tempo e preocupação enquanto cuidam, dão também anos de vida que poderiam ter a mais.

Isto é dar a vida pelo outro...  (no verdadeiro sentido da expressão)







sábado, 23 de julho de 2011

Faz-nos trilhar, Senhor, a estrada da Confiança. 
Dá-nos um coração capaz de amar serenamente 
aquilo que somos ou que não somos, 
aquilo com que sonhámos ou as coisas que não escolhemos e que, 
contudo, fazem parte da nossa vida.

Ensina-nos a devolver a todos os Teus filhos 
e a todas as criaturas a extraordinária Bondade com que nos amas. 
Não permitas que o nosso espírito se feche no medo ou no ressentimento: 
ensina-nos que é possível olhar a noite 
não para dizer que pesa em todo o lugar o escuro, 
mas que a qualquer momento uma Luz se levantará.

Dá-nos ousadia de criar e recriar continuamente 
mesmo partindo daquilo que não é ideal, nem perfeito.
E quando nos sentirmos mais frágeis ou sobrecarregados recebamos, 
com igual confiança, a nossa vida como um Dom 
e cada dia como um dia de Deus.

José Tolentino Mendonça
In Um Deus que dança - Itinerários para a oração, ed. Secretariado Nacional do Apostolado da Oração


domingo, 15 de maio de 2011

Descalça e em silêncio

Um fim de semana de memórias...

Começa com um excerto que me traz tantas lembranças... Tantas saudades!

“A conversa após jantar falava da gente que vivia ali, dos missionários das outras missões e do trabalho ainda por fazer... (...)
Na estação seca chove todos os dias, não há estradas de asfalto neste lugar, a vegetação é luxuriante, tropical, uma temperatura sempre a rondar os 30 graus e muito húmido, as crianças quando ouvem os carros, correm junto das picadas a gritar. (...) a sorrir e a dizer adeus (...)
O luar ilumina o pátio da missão onde os pirilampos pirilampam como faróis de costa a indicar abrigos, portos à deriva é o que são, intermitentes sinais, códigos genéticos perdidos netse lugar com sentido que nos fazem questionar a Vida de uns e de outros.”
Do livro “Câmara de Reflexão – uma imagem, mil palavras”


Saboreei este fim de semana uma importante, senão das mais importantes lições de vida, senti-a!

“Diante do sofrimento humano, na maior parte dos casos, as palavras são sempre demais. Aproximarmo-nos do sofrimento, o nosso e dos outros, implica fazê-lo em silêncio, com um coração humilde, um coração de irmão. O sofrimento humano é “um terreno no qual devemos caminhar descalços” e diante do qual não podemos virar a cara ou simplesmente fechar o coração.”
De “Cartas p’ra Missão” – Grupo missionário JP2


Aqui bem perto, mais perto até do que julgava (como muitas vezes acabamos por perceber) descalcei-me e encontrei este silêncio, fiz parte deste silêncio. Um silêncio que não se cala, mas que escuta e vê.
Um silêncio que partilha esses olhos em que as lágrimas não se escondem, nem as lembranças que se preferiam esquecidas.
Um silêncio que muitas vezes acompanha a escuridão.
Mas nem sempre é preciso ver, para saber que estás ai...

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dear Mr. God

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Príncipes do Nada




"Os nossos sofrimentos são pequenos quando comparados com outros. Numa altura em que há uma evidente crise financeira, há que relativizar o sofrimento para que não se fechem os olhos aos outros." A frase é de Catarina Furtado, embaixadora da Boa Vontade das Nações Unidas há dez anos, e que volta a abrir os olhos aos outros a partir de sábado na RTP1, com a estreia da segunda temporada de Príncipes do Nada.
Consciente da urgência de cumprir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio até 2015, Catarina Furtado sabe que há ainda muito para fazer. "Para esta segunda série, voltei a alguns sítios onde tinha estado há três/quatro anos. Notei que houve alguns avanços, por exemplo, ao nível da escolarização. Mas há ainda tanto para fazer. Tanto, tanto", enfatiza a apresentadora que, quando regressa a casa, não consegue libertar da pele os cheiros, a dor e o sofrimento.


A Associação de Telespectadores classificou 'Príncipes do Nada', apresentado por Catarina Furtado e transmitido pela RTP1, como o melhor programa de televisão de 2010.
Na sua análise anual sobre os programas de televisão, a associação explica que o programa impôs-se mostrando "o outro mundo do nosso mundo de uma forma sóbria, através de um jornalismo sem sensacionalismo nem gongorismos".


Durante este ano de 2011 o programa tem continuado...

“É a 2.ª série de 13 programas. Cada programa inclui duas a três histórias de vida passadas em diferentes países de expressão portuguesa. Catarina Furtado viaja por Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Timor-Leste e Guiné-Bissau e relata na primeira pessoa o trabalho feito, nestes países em desenvolvimento, por voluntários, organizações não-governamentais, organismos da ONU, organizações religiosas e pela Cooperação Portuguesa, através do IPAD. São sempre histórias humanas que apelam à nossa consciência de cidadãos e a uma urgência de actuação. E que nos mostram como o mundo é profundamente desigual e injusto apesar do grande esforço de muitos.”


Um programa que sigo e aconselho vivamente!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Na voz dos que sofrem padecem sinais...



Doeu mais que um corte na pele.
E disso tenho a certeza...


Começa tudo com uma mulher, de meias, mas sem sapatos, sem um casaco num dia de imenso frio, que se senta apertando as mãos uma de encontro a outra... A meu lado numa dessas estações por ai.


A história, parte dela só percebi mais tarde...


O seu homem apareceu pouco depois, de cara vermelha e fechada e notoriamente embriagado.
Ambos com um cheiro a pobreza que de longe se pressentia.
E no meio de tudo isto, aparecem dois jovens de coração bonito com coragem para vencer a indiferença.


No olhar e nas lágrimas desta mulher respirava-se a violência vivida.
No estomago, a lembrança da única refeição do dia... uma salada de fruta!

Na voz do seu companheiro sentia-se o medo das autoridades.


O hospital, o próximo espaço? Apesar do estado de desorientação desta mulher, o INEM afirma que é já um caso crónico, pelo que nem a levará.



No fim, percebi, que a cena nada tinha de novo... e que afinal de contas a pobreza maior é a de quem se perde na vida.

Falamos muitas vezes da grande capacidade de sermos capazes de nos tornarmos pequenos, mas há vezes em que gostávamos de não o ser, para que assim pudéssemos mudar o mundo.


A história destes guerreiros do nada, continua numa qualquer rua próxima de nós. 
Mas e o que é que fazemos para a mudar?

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Filme do ano





Um filme que sem dúvida não tem “stop”. Apesar de no fim, o filme desaparecer da tela, ele permanece na mente em continuo “play”. E o silêncio que permanece na sala é a prova disso.
Deixa uma entre tantas outras questões:
- Até que ponto somos capazes de ir pela nossa fé?
Se rapidamente respondermos, será que o que dizemos é realmente verdadeiro?
No filme também Joe é rápido a responder... Quando julga a sua amiga jornalista aquando da retirada dos europeus... Mas depois por mais que tente nunca conseguirá fugir...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Músicas do ano

sábado, 25 de dezembro de 2010

Porque ainda há dias assim... GRANDIOSOS!!!



Não vivi a espera... 
Mas espero que seja um dia para parar e saborear...


Simplesmente a paz....

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

"Encostados ao mundo"

"Há gente que espera de olhar vazio
na chuva, no frio, encostada ao mundo
a quem nada espanta
nenhum gesto
nem raiva ou protesto
nem que o sol se vá perdendo lá ao fundo

Há restos de amor e de solidão
na pele, no chão, na rua inquieta
os dias são iguais já sem saudade
nem vontade
aprendendo a não querer mais do que o que resta

e a sonhar de olhos abertos
na paragens, nos desertos
a esperar de olhos fechados
sem imagens de outros lados
a sonhar de olhos abertos
sem viagens e regressos
a esperar de olhos fechados
outro dia lado a lado
Há gente nas ruas que adormece
que se esquece enquanto a noite vem 
Há gente que aprendeu que nada urge
nada surge
porque os dias são viagens de ninguém"
Mafalda Veiga






Dizem que um texto justificado à direita reduz a velocidade da leitura...
Pois bem, hoje apeteceu-me diminuir a minha velocidade e a tua, 
para que com calma possamos ler a realidade que nos rodeia.
E assim possamos ver e rezar (por) aqueles que deixaram de sonhar...


Este ano não sinto o Natal, nem me lembro das prendas e sou sincera que acho que não vivi a espera...
Talvez por isso, me tenha lembrado tanto daqueles que também muitas vezes não o sentem...

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Circo das Borboletas

(peço desculpa por estar legendado em espanhol, mas não existe legendado em português :P)







Fiquei na dúvida se deveria escrever alguma coisa depois deste filme... Acho que a mensagem é suficientemente forte e bonita.

Mas mesmo assim... Decidi partilhar o que ouvi e guardei ;)

Em primeiro, o filme deixa-me uma frase no ouvido, que o resume na perfeição:
"Quanto maior a prova,
Mais grandiosa é a vitória."

E é mesmo verdade não?

Para além disso há ainda aqui um pormenor em que reparei especialmente. O facto da pessoa que mais  fez crescer este homem no filme, ser precisamente aquela que mais exigiu dele. E que para além disso é precisamente a que lhe diz "-Tu não precisas de ajuda, tu consegues sozinho". Não é isto a principal ajuda que ele recebeu? Na minha opinião foi. E nem sempre é esta ajuda que damos... É mais fácil educar para a dependência, que para o contrário. E se calhar, porque muitas vezes o facto de dependerem de nós, nos faz sentir bem... Muitas vezes é difícil dizer: - Voa sozinho! Mas é importante.
Na minha vida foi assim... As minhas maiores quedas foram as minhas maiores lições. E acho que isto não é só na minha vida...

Que as nossas dificuldades nos ajudem a crescer cada vez mais. E que isso ajude os que nos rodeiam a crescer também. ;)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O peso das malas que levei e trouxe...

Até agora tenho dificuldade em escrever sobre o meu mês "longe do meu mundo", acho que ainda agora nem metade do que vi consegui absorver, consegui reviver e encontrar em mim um espacinho para cada coisa. Acho que esta minha casa ainda está à espera de arrumações.

Mas por ironia ou não, encontrei um texto de um padre com sotaque açucarado que me disse muito e que diz muito de tudo o que vai nesta minha casinha.
E assim aqui o deixo...

"O perigo da viagem mora nas malas.
Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera.

Experimento na carne a verdade das palavras, mas não aprendo.

Minhas malas são sempre superiores às minhas necessidades.

É por isso que minhas partidas e chegadas são mais penosas do que deveriam.

Ando pensando sobre as malas que levamos...
Elas são expressões dos nossos medos.
Elas representam nossas inseguranças.

Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso
para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas.
Tudo o que ele leva está diretamente ligado ao medo de necessitar.

Roupas diversas; de frio, de calor o clima pode mudar a qualquer momento!
Remédios, segredos, livros, chinelos, guarda-chuva - e se chover?
Cremes, sabonetes, ferro - elétrico - isso mesmo!
Microondas? - Comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar.

O fato é que elas representam nossas inseguranças.

Digo por mim. Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo.
Tenho medo do que vou enfrentar.

Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados.
As justificativas são racionais.

Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações.

Nós nos justificamos.
Posso precisar disso, porque preciso daquilo...

Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas.

Excedem os tamanhos permitidos.
Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?

As perguntas são muitas...

E se eu tiver vontade de ouvir aquela música?
E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?

Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para a minha partida e vou.

De vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então,
inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.

É nessa hora que descubro que
partir é a experiência inevitável
de sofrer ausências.

E nisso mora o encanto da viagem.
Viajar é descobrir o mundo que não temos.

É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.

A partida nos abre os olhos para o que deixamos.
A distância nos permite mensurar os espaços deixados.

Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam
quem somos,
o que amamos e
o que é essencial para que a gente continue sendo.

Por isso é tão necessário, partir, sair na direção das realidades que nos ausentam.

Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias...


Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas
que de alguma maneira pode nos humanizar.

Andar na direção do outro é também fazer uma viagem.
Mas não leve muita coisa, não tenha medo das ausências que sentirá.

Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para
enxergar de um jeito novo o território que é seu.

Não leve os seus pesos.
Eles não lhes permitirão encontrar o outro.

Viaje leve, leve, bem leve.

Mas se leve."

(Padre Fábio de Melo)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Hoje é o dia!... do nosso encontro

Então aqui vamos nós.

Escolhi uma reflexão/oração para nos encontrarmos.

Uma que fala de algo que por vezes nos falta. A mim faltou no primeiro dia em que me quis encontrar contigo. E porque não reflectirmos sobre isso?... Vê o que andas a fazer com o teu... Eu vou fazer o mesmo!;)






Porque há vezes em que me falta o tempo!... :)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Aceitas?

Hoje foi o dia... de receber um sorriso amigo e inesperado por e-mail. E foi bonito demais... (faz-me lembrar de uma música esta frase :D)

E tive uma ideia...

MARCAR UM ENCONTRO!

E marquei... Marquei um encontro com esse sorriso e com Deus...

E depois tive outra ideia... (Que perigo não? :) )

Decidi marcar um encontro contigo
que estás a ler este post...


Dia  28 de Setembro de 2010 
(mais precisamente de amanhã a oito dias)
Às 21:30 h (em Portugal).
Local: por perto do teu computador...
A entrada é grátis e não há consumo mínimo!

E mais será revelado nesse dia até às 21h aqui no blog :)

Aceitas?




 

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Mundo inteiro

"Todos te querem bem
mas tu não, mas tu não
todos te querem também
mas tu não,mas tu não
eu vou estar aqui, vou estar aqui
para quando tu
não quiseres ouvir
vou estar aqui, por ti...

Eu não quero
eu não quero, ver o mundo inteiro
pronto a esquecer que tem alguém
que não tem tratado bem

E quando me vejo ao espelho
e pergunto-me
quando é que esse espelho vai sorrir, porque

Eu não quero
eu não quero, ver o mundo inteiro
pronto a esquecer que tem alguém
que não tem tratado bem
"
                                Paulo de Carvalho

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

...

"Há toques ao de leve,

que mexem com muita coisa"

terça-feira, 27 de julho de 2010

De partida...



Para onde vou?
Só sei o nome...
E algumas descrições vagas...
Mas talvez a curiosidade maior não seja sobre as paisagens...
Porque afinal de contas...

"Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas." (Antoine de Saint-Exupéry)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Começo do fim

E se agora se inicia o fim de uma etapa, que a próxima seja assim...

Oração do Farmacêutico

"Senhor!
No silêncio do meu trabalho, na ciência,
mantém a rectidão do meu carácter.
Faz-me evoluir na Tua paz,
quando estiver a manipular
de forma a que o medicamento cure o necessitado.
Protege-me com Teus olhos,
quando nos minúsculos campos da visão microscópica,
eu vir a Tua divina criação.
Que a música suave das esferas
que emanam do Teu reino,
alcancem o meu ser no meu trabalho
e me façam um agente da paz e do bem-estar.
Finalmente, que em todas as ocasiões
em que lidar com o meu próximo,
eu possa levar-lhe não só os medicamentos,
as análises, e pesquisa, mas profundamente
meu Senhor,
muito, muito amor,
o sentido maior da minha verdadeira missão". 
Autor desconhecido

sábado, 26 de junho de 2010

Amizade é isto:


Há uma amiga minha que é sem dúvida, uma forma que Deus arranjou, para me ajudar a crescer e a ver as coisas sempre de outra perspectiva.
 Acho que nunca ou quase nunca agradecemos pelos amigos que temos, não é?
Tomamos isso como algo adquirido, como o nascer do sol… Dizemos que é normal… Mas se pararmos e formos capazes de ver mais fundo, descobrimos que cada pessoa na nossa vida acaba por ter uma missão, que tem algum caminho a mostrar-nos. Outras vezes não nos mostra o caminho… ainda nos baralha é mais… Mas também há quem diga que “Às vezes é preciso perdermo-nos para nos encontrarmos”.
E nós nas vidas que cruzamos? Será que mostramos caminhos? Será que somos capazes de ver e o mostrar outra prespectiva? Será que somos mesmo rosto de Cristo para os outros?

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