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sábado, 8 de dezembro de 2018

Cativar

Durante as últimas semanas esta foi a palavra..

Cativar e apaixonar.

Hoje em dia tenho a sorte de fazer parte de uma empresa que tem um CEO que sabe apaixonar.
E que sabe conquistar as pessoas certas para os imensos projectos que leva a cabo por meio desse dom.

Acredito que pode haver vezes que se confunda com manipular.
Mas neste caso, a palavra mesmo é cativar.

Contava-nos a história da criação do hotel que detém em pleno Alentejo.
E de como ele primeiro se apaixonou e em memória da mãe decidiu reconstuir uma herdade.

Depois os passos da paixão.
Definiu quem queria a seu lado para construir o sonho.
E depois da necessidade de apaixonar estas  pessoas, pelo projecto, pela  história do projecto e pela responsabilidade deste projecto em tentar trazer pessoas não só de Portugal, mas de todo o mundo para o Alentejo.


Cativou-me a mim também pelas palavras e por esta visão.

Claro acredito que o dinheiro também move as pessoas, mas acredito que elas apenas permanecem quando se apaixonam.



Encontrei um livro que fala  sobre isso.
Sobre aquilo que nos apaixona.
Quem nos inspira e na nossa capcidade de quando apaixonados também sermos capazes de inspirar.

Ainda não o li, mas sem dúvida que acredito que vale a pena.
Espero lê-lo em breve.

Um resumo do que podemos encontrar no livro...


sábado, 29 de novembro de 2014

Índia - Somos um (Namaste!)

Tentativa de descrição 1:... falhada

Tentativa de descrição 2: ... falhada

Tentativa de descrição 3: falhada...


Não sei como descrever...
Não sei como descrever um mundo tão diferente, tão à parte. Tão fora do meu...

É um país que abana qualquer europeu, capaz de se deixar colocar à prova.

Desde a limpeza... que padrões tão diferentes!!!

Desde a comida... Please... eu não gosto de picante. not spicy? impossible!

Desde a cultura... que tudo influencia. A falta de ordem. E a ordem nesta falta.
As buzinas consecutivas e a inacreditável falta de acidentes.

Os cheiros. Muitos! Maus? Sim, às vezes. Bons? Sim às vezes.
Há quase uma mística na mistura de incenso. Uma ciência em apagar um cheiro mau, através da absorção deste no cheiro do incenso. A essência da flor de lótus em tudo o que ela simboliza e especialmente em tudo que ela simboliza naquele país.

Há uma mística com certeza nesta falta de pressa que se vive nas cadeiras onde vive tanta gente o seu dia.
E no corrupio delirante de som que se vive nas estradas.
Faz-me diferença! Coloca o meu corrupio em questão... Isso desacomoda-te.

Religião?
Uma boa definição!
Muitas, mais que muitas. Deuses e deuses. Muitos e muitos.
Crenças que moldam vidas.
Vidas que iluminam olhares de forma serena.
Um corpo sereno com um olhar a transbordar de energia.
Talvez seja este mistério que trouxe. Este olhar que permanece no meu. Este mistério.
O de se ser feliz com tão pouco. O de se ser feliz por se querer pouco.
Chamem-lhe o que quiserem hindus, budistas, o que for...
Todos partilham o mesmo conhecimento.
O da serenidade da espera, o da esperança no que lá vem.
O da alegria do presente.
O da simplicidade do serviço.

Não me esqueço. Duvido que o faça mesmo em toda uma vida.
E gosto. Gosto de me desacomodar. E de aprender tanto com isso.

Gostei da história que me contaram sobre ti e vou continuar a deixar-me embalar pelas histórias que ainda vou descobrindo com a minhas memórias.

A razão não a sei explicar, mas sempre que oiço esta música é desta viagem que me lembro.

"Hope when you take that jump
You don't fear the fall
Hope when the water rises
You build a wall

Hope when the crowd screams out
They're screaming your name
Hope if everybody runs
You choose to stay

Hope that you fall in love
And it hurts so bad
The only way you can know
Is give it all you have

And I hope that you don't suffer
But take the pain
Hope when the moment comes
You'll say...

(...) I, I did it all
I owned every second
That this world could give
I saw so many places
The things that I did
Yeah, with every broken bone
I swear I lived

Hope that you spend your days
But they all add up
And when that sun goes down
Hope you raise your cup

I wish that I could witness
All your joy and all your pain
But until my moment comes
I'll say...

(...)

I swear I lived"


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

o filme


Na minha cozinha existe um pequeno quadro de plástico colado à parede com uma caneta, que pode ser usada por quem quiser...

Um dia escreveram e eu deixei ficar...
A mensagem era bonita e ao mesmo tempo nova.

Hoje encontrei este filme e achei que davam as mãos. O filme e a frase:




"Não somos amados porque somos bons, somos bons porque somos amados."

sábado, 1 de dezembro de 2012


A propósito de concursos revolvi de novo as fotografias que planeio escolher e imprimir, as fotografias que ainda não sei como guardar, as fotografias que sempre me fazem voltar...

Revolver fotografias é sem dúvida revolver memórias e perceber o quanto aprendemos.

Aprendi lá longe que precisamos de muito pouco para saborearmos a felicidade.
Sem electricidade, água canalizada...

Aprendi que só precisamos de ter cá dentro a generosidade de nos sabermos dar.





terça-feira, 13 de novembro de 2012



Vagueio agora por esta cidade de escombros, cheia deste vazio sombrio que a solidão tacteia.

Podia dizer que me dói a alma, mas vendi-a.
Vendi-a em nome deste nada que foi tudo.

E assim vou caminhando. Tornando em pó cada ruína que piso e sentindo o vento em nortadas, que de novo trazem o sentir. Nem que seja apenas pelo frio que nos desagasalha.



terça-feira, 18 de setembro de 2012

A cada momento temos todos os nossos futuros em simultâneo à nossa escolha, à nossa frente.
E em cada opção, optamos por um deles. Essa escolha leva-nos a determinadas possibilidades, que originarão novas escolhas, novos futuros.

E assim, o presente antes de ser um " passado repensado na razão" é antes de tudo uma fresta antecipada do futuro.



terça-feira, 22 de maio de 2012

"Postcards from far away"

Erramos com a certeza de acertar e esforçamo-nos ao máximo para que isso dê certo. Racionalizamos tudo ao máximo e esquecemo-nos que há condimentos da vida, que não precisam de ser racionalizados, pois têm que ser viscerais, têm que ser do coração... E neste sentido, não é preciso pensar para agir, porque o que se faz é inato e revela aquilo que se sente. Os locais onde crescemos, digo-o no sentido das pessoas por quem vamos passando no caminho, moldam-nos devagar... Já repararam? Como uma picareta silenciosa vão tirando um pedaço aqui, criando um furo acolá... Há aqui uma arte, a de nos fazermos crescer. De uma forma mais ou menos dura, acredito que apenas as mudanças vagarosas sejam duradouras. O díficil por vezes é vermos que a mesma brisa que nos afaga o rosto é a mesma que vai alisando as nossas arestas. Acho por isso, que a sabedoria da espera é algo com muito valor. Ironicamente, muito desprezada. Actualmente, tudo nos chega em um segundo e o que se estima é que venha a chegar em uma milésima de segundo. Mas nas pessoas e com as pessoas... A espera será sempre o caminho... Por isso... Não tenhas pressa!

sábado, 3 de março de 2012

"Com lados felizes eu já não me iludo"

Vai-me acontecendo nestes tempos a descoberta do chamado "lado lunar" (como já dizia o Rui Veloso).
Se estivermos com atenção quando conhecemos alguém de novo há aí uma mistura no que ouvimos. Muitas vezes quem nos fala só diz o que queremos ouvir e nós só ouvimos aquilo que queremos.

Quando os lados felizes desaparecem ficamos com alguma dificuldade em perceber se nós é que não quisemos ouvir ou se simplesmente não nos foi dito que ia ser assim.

Fico com algumas dúvidas se isto é uma decepção ou um desafio.
Talvez em alguns casos seja o desafio de aceitarmos as pessoas como são e não como gostaríamos que fossem. Mas quando falamos de gostar deste lado lunar... Aí já é outra coisa! Para isso temos que desconstruir a imagem que fizemos e reconstruir outra, esta pelo menos mais verdadeira (não totalmente verdadeira, porque do lado lunar também continuamos a ouvir só o que queremos...).

Mas desta vez, mesmo que com alguma decepção, acho que quem gosta da verdade, vai sempre preferir um verdadeiro lado lunar a um falso lado feliz.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011





Quando as nossas expectativas não se cruzam com a nossa realidade.


Quando percebemos que afinal não somos livres.


Quando não podemos dizer tudo o que achamos estar certo ou errado.


Quando percebemos que muitas vezes só o podemos dizer até onde isso não interfira com o 
chamado "sistema".


Quando nos acomodamos com esta aceitação.


Quando somos educados para um dado estilo de vida e somos confrontados com a impossibilidade de o viver.


Quando temos vontade de virar o "sistema" ao contrário, mas não temos a certeza que isso faça com que tudo fique bem.


Quando queremos construir, mas tudo o que temos é areia.


Quando tudo isto acontece quando estamos a dar os primeiros passos por nós próprios.


Quando percebemos que os valores que nos guiam não são obrigatoriamente aqueles que nos rodeiam.


Quando percebemos que a simpatia pode ser a melhor capa para as mais perversas exigências.


Só há uma pergunta...
Nunca te disseram que custa crescer?

domingo, 27 de novembro de 2011

Gosto de novos sotaques!

Há encontros inesperados que nos deixam com um arrepio... É como se vissemos o nosso futuro, sem ainda termos chegado lá...
Ouvimos calados com aquele sorriso, que apenas devolve sem dizer um...
 “Sei tão bem o que dizes!”


Deixou-me com a vontade de mudar esse futuro.

Mas acabei por descobrir que apesar do que dizemos, o futuro não depende exclusivamente das nossas escolhas... Pelo menos não de forma única. Gostava mais de pensar que sim. Assim, é mais difícil. Caímos no erro (?) de querer mudar os outros. De não os aceitarmos como são. Assim ou de outra maneira. Apenas e só, porque nós não queremos que eles assim sejam... Fico inquieta. Assusta-me esta impotência. Assusta-me este ter que investir e apenas confiar que vai dar certo, sem certezas.
Gosto de terras seguras. Gosto de saber onde piso e onde quero chegar. Mas esta sensação que o caminho a determinada altura me pode fazer perder. ai... Não gosto! Gosto de ter as coisas controladas. Mas no final de contas, adoro surpresas! Fico a aguardar por elas.

Fico a aguardar que o futuro me surpreenda.

“ tempo, tempo, tempo, tempo, tempo”




quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"Para sempre, talvez..."




" - Não quero algo temporário. Quero um compromisso sério.

- Esquece isso. É ele que te encontra, não o contrário.

- O que é que isso quer dizer? Não entendo.

- Quer dizer que chegas a uma certa idade em que estás pronto. Pronto para ter filhos, compromissos... E a pessoa com quem estás torna-se a pessoa certa.

- Queres dizer que não é quem, mas quando."


Este pedacinho de texto encontrou-se comigo um dia destes num filme que vi... E lembrei-me, de uma menina que me dizia que não acreditava no amor, pelo menos não apenas como uma história de encantar. Mas que às vezes, este se tornava apenas num jogo de necessidades. Necessidades que temos e necessidades que outros têm. Talvez o segredo, por vezes, seja conciliar as necessidades...

Que o amor mais do que uma feliz coincidência, é acima de tudo uma construção cautelosa, que de vez em quando se torna apenas num castelo na areia. Parece uma fortaleza, mas na verdade é constituído por pequenas coisas que lhe dão valor. (onde é que já me terão dito isto...  )


Esperemos que as circunstâncias certas nos encontrem sempre.  
"Tudo o que é meu, é tudo o que eu não sei largar"


sábado, 8 de outubro de 2011

"Com todo o respeito"

É assim que se chama o cd que vai incluir esta música...
E eu?
Gosto!

A letra está mesmo muito boa...

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Espreitem...


"A vida julgar-te-á pelo caminho que fazes
e não pelo sítio onde queres chegar!"


sábado, 20 de agosto de 2011

"Há textos que me olham de frente"

"Vigiar é colocar-se na disponibilidade para a surpresa, para aquilo que vem, tendo consciência que o fundamental da vida não é o que adquirimos, o que fizemos, o que de alguma maneira dominámos, mas sim a incessante prática da hospitalidade. 

Toda a música que ouvimos, nos preparou, no fundo, para o ato da escuta. 

Todos os textos que estudamos, toda a poesia que lemos nos prepararam melhor para o ato da leitura. 

Toda a relação em que investimos, todo o afeto que partilhámos, todo o amor com que amámos, preparam-nos para o ato simples de amar. 

A vigilância é isso. 

Não está no apego ao mapa, mas no amor pela viagem. Temos mesmo de deixar a zona de conforto dos mapas para nos tornarmos viajantes, enamorados, vigilantes, sentinelas. Dir-se-ia que a vida nos pede uma escuta que atravesse o tempo, que perfure os séculos, que transcenda a paisagem, sintonizando com aquilo que verdadeiramente temos diante de nós. 

E, por isso, temo-nos de perguntar muitas vezes, pela vida fora: Qual é a nossa fronteira? O que é que nos olha de frente? O que trazemos diante de nós?

José Tolentino Mendonça

sexta-feira, 1 de julho de 2011



Merece ser visto, ouvido e sobretudo...construído!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Grandes noites!!

Ouço-as a prepararem-se...
Vai ser uma grande noite...


Ando pela noite e... entro nas discotecas...
Parece que entro numa área de caça restrita.
Todos querem ficar com a melhor presa, mas não querem ficar presos.


Eu seduzo-te e tu a mim também.
A capacidade que tenho de te seduzir deixa-me a sorrir.
A de me seduzires também.

Serei só eu que já não posso com bla, bla, bla’s banais?

Cada um ouve o que quer.

Dou por mim perdida entre os que me rodeiam, que apenas perseguem o próximo alvo.

Quem tiver que vir, virá...
Quando não estiveres a olhar para o seu rasto.

E bem com isto percebo, que não sou menina de caça grossa, mas antes sensível demais...

Ou então gosto de me iludir com isso...

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ilusões?


Iludo-me muitas vezes, pensando que encontrei alguém que toquei e que me tocou.

Alguém que reparou nos meus traços e em cada olhar meu: como se move, onde pára, onde descansa, onde se perde.

Mas depois vejo que nos tocámos, mas de raspão e até quem sabe sem querer. 

Será que é quem sabe?

Fugas que se chocaram, como balas que rasam a pele e deixam a sua marca, mas que continuam a sua trajectória.

E sem dar por isso aparecem-nos pessoas (?) que não pode ser...
Nada as atinge!

Mas estas pessoas não existem, pois não?

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Encontros ou construções?


















De Damon winter do blog: http://fotosilde.blogspot.com/
“Um menino disse
mas as pessoas nao se encontram
as pessoas constroiem-se
derrubando paredes nossas e muros delas
Uma menina disse
loooool
ai que isto soa a tão familiar
mas para que possas construir
tens que te encontrar...
Um menino disse
sim
mas às vezes é do nada
Uma menina disse
o encontro sim
a construção não
Um menino disse
sim
Uma menina disse
a construção exige perseverança
Um menino disse
e vontade
Uma menina disse
e n é nada fácil
Um menino disse
e entrega
Uma menina disse
e coragem!
Um menino disse
e deixar o nosso orgulho pra trás
e tornar-nos vulneráveis
Uma menina disse
e o medo
exactamente!”



Houve uma noite,
Não há muito tempo…
Em que um menino e uma menina partilharam o quanto já perderam…
Por medo…! Por muros…

Perceberam o quanto se perde quando têm medo de construir, reconstruir ou até mesmo quando apenas destroem tudo o que poderia ter sido…

Não sabem ainda lidar bem com isso,
apesar de pensarem que são capazes de deixar de sonhar.

Mas a conclusão a que chegam é bonita não?


Agora falta a parte prática…

Porque no final de contas…
Apenas ainda não encontraram?
Apenas ainda não construíram…





Dedicado a ti que ainda não encontraste... Não desistas! ;)
Sabes bem quem és! :)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ás vezes somos super-heróis... outras vezes apenas fugimos!

domingo, 8 de maio de 2011

"Eu sei que é fácil de montar o aparato da menina que é culta"


Zero a zero, não me espanta o impasse
Se você quer, escondo o medo sem mostrar como o faço
No entanto amargo a cada som que não me sai, que adormeço
Tenho cara de quem morde mas apenas sou o que mereço
Uma oração pra perder o meu embaraço
Em hora sã hei-de por termo ao que só me traz cansaço
A cada cara à minha volta que me fita só que eu não posso ver
Que tem a fé num perfeito que eu não sei fazer
E eu sei de mais ou menos cem
Quiçá eu não apareço hoje....
Quero ficar bem a sós
Amuada no meu canto e a aquecer a voz.

Eu sei que é fácil de montar o aparato da menina que é culta
Mas também, sorrir sai mais barato que cuspir pensamentos à solta
E olha quem, tem a fome da sinceridade ao menos não te dei a volta
E eu não volto a jogar à cabra-cega com usted

Nunca sei porquê o maltrato é um unguento
Que sem ninguém ver vai guardando cimento
A cada cara à minha volta vou lhe dizer só que eu não posso mais...
Quero sedar o meu som confinar-me a afinar em silêncio

Eu sei que é fácil de montar o aparato da menina que é esperta
Mas também, fugir pra ti faz parte de investir na pessoa certa
E olha quem vem agora pra ficar é que eu ao menos não deixei aberta
A minha porta a ver quanto tempo sobra pra quem vem
A minha porta a ver quanto tempo sobra

(...)

E eu não volto a jogar à cabra-cega...






"Como acontece nos melhores intérpretes e autores, o que importa é o que não é dito, são as entrelinhas, o silêncio que Márcia deixa respirar e que é onde está tudo o que não é possível dizer através das grades das palavras. Seja apenas acompanhada pela viola ou com arranjos que juntam mais instrumentos, como acontece no seu óptimo álbum de estreia, esse silêncio – essa verdade - está sempre presente. E ouve-se bem, e tantas vezes é igual a nós."
Nuno Miguel Guedes

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